RELATÓRIO DA REUNIÃO AMPLIADA SOBRE O PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO – PAC,
E SOBRE A RELAÇÃO DA CMS COM O GOVERNO LULA

Data: 16 de março
Local: Sede do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo-SP
Presentes: Estiveram presentes mais de 40 representantes de cerca de 17 entidades

1- Reunião Ampliada sobre o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC
Mais de 40 companheiros e companheiras participaram ativamente dos debates com o economista do DIEESE/CUT, Fausto Augusto e com o especialista em Políticas Públicas, Arthur Araújo, e a sistematização desses posicionamentos acontecerão numa reunião específica da “operativa da CMS”. Já marcada para 30 de março , das 09hs às 14hs na CUT Nacional.
Importante o compromisso assumido de que no mais tardar até 26 de março, a secretaria da CMS, Vanessa no e-mail: cms-secretarianacional@cut.org.br estará recebendo avaliações das entidades que compõem a coordenação nacional da CMS sobre o PAC, para ajudar na construção da sistematização.

2- Relação da CMS com o governo Lula
O Companheiro João Paulo/MST, pela coordenação nacional da CMS, fez uma análise sobre como foram desenvolvidos os contatos com o governo Lula desde sua posse até nossa mobilização ampliada ( mais de 40 entidades ) em 2005, quando entregamos a “Carta ao Povo Brasileiro”nas mãos do presidente.
Resgatou também a construção de diversos documentos até o Fórum Social Brasileiro onde continuamos construindo o Projeto Brasil sistematizado e entregue também presidente ao presidente Lula em 13 de dezembro de 2006.
Isso suscitou inúmeras intervenções com propostas de mediação da CMS junto ao
governo que também sistematizaremos na operativa de 30 de março.
Os desdobramentos das mobilizações contra Bush também serão objeto de debate na operativa da CMS de 30 de março.
O debate foi transmitido ao vivo pela Rádioweb da Rede ABRAÇO de rádios comunitárias, através do Portal da CUT e do MST.
Estiveram presentes também representações das CMS’s dos estados do ES, MG, SP, RJ e PR.

Finalmente saímos da reunião com dois compromissos para dia 30 de março:
- Operativa da CMS das 09hs às 14hs na sede da CUT ( apenas para as entidades da Comissão )
- Grande ato às 17hs na Praça Ramos em São Paulo, contra os desgovernos Serra e Kassab

3- Calendário de Mobilizações
MARÇO

21 e 22 – Plenária Nacional da Assembléia Popular;
24 - CMS/DF; ( Debate )
30 - Das 09 às 14hs - Próxima Reunião da Operativa Nacional da CMS;
30 - Ato contra Kassab e Serra - 17hs na Praça Ramos/SP;
Plenária Regionais com caráter estadual da CONAM para preparação de 18 de abril;

ABRIL
03 e 04
- Jornada de Desenvolvimento das Centrais Sindicais;
11 - Mobilização Nacional dos Sem Tetos;
2º Quinzena: Caravana para Brasília como parte da Jornada de Lutas da CONAM, levando todas as reivindicações;
18 - Mobilizações pela Reforma Urbana; Ato da Jornada de Lutas da CONAM
26 - Marcha Nacional pela Educação - CNTE - Brasília/DF;
27 - Reunião Operativa Nacional da CMS;
28 - Dia Mundial em Homenagem às vítimas de Acidentes de Trabalho;

MAIO
- Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras;
25 - Reunião da Operativa Nacional da CMS;
31
- Dia Nacional por Políticas Públicas;

JUNHO
11 a 16
- Congresso do MST em Brasília-DF;
16 - Encontro Nacional Pela Anulação do Leilão da Vale do Rio Doce;
28/06 a 01/07 - Congresso Nacional da UNE em Brasília-DF;
29 - Reunião da Operativa Nacional da CMS.
21 e 22 – Plenária Nacional da Assembléia Popular;

CONVOCAÇÂO
Mobilização Ato/Protesto aos 90 dias de Governo Serra e 1º de Kassab

Para dar continuidade às mobilizações de rua - uma das características que tem marcado a atuação da CMS - consensuamos em convocar as entidades nacionais da CMS, bem como orientar a CMS/SP que convoque suas representações estaduais municipais para um grande ato dia 30/03/2007 , às 17hs na Praça Ramos – centro de São Paulo-SP.
O ato será em conjunto com os servidores estaduais e municipais em protesto, pois ambos os governos representam a continuidade da política neoliberal no estado de São Paulo, o que significa sucateamento da educação, privatizações e desrespeito aos direitos básicos da população, além da permanente criminalização dos movimentos sociais.

Antonio Carlos Spis
Pela coordenação