| Sampaio mostra seu preconceito para com a população do estado do Rio de Janeiro quando afirma que o programa é “demagogo” e que “as pessoas vinham para o teatro despreparadas, sem condições de acompanhar os espetáculos”. O novo presidente do histórico teatro carioca dá sinais de que sua gestão de voltará para uma concepção elitista sobre o que é cultura e prova seu desconhecimento sobre o papel do Estado, de fomentador e outorgador da produção cultural. É lamentável que, às vésperas de uma das maiores manifestações populares como o carnaval, e seu significado essencialmente artístico e cultural, o Theatro Municipal tenha suas portas fechadas ao grande público carioca. Durante a campanha eleitoral e a construção deste governo Sérgio Cabral, as propostas para a pasta da cultural pareciam ir na contramão desta intenção anti-democrática e impopular. Por isso, exigimos a manutenção do programa “Domingo a R$ 1” para que, cada vez mais, o acesso à cultural deixe de ser um privilégio de poucos em detrimento da maioria.
Anderson Rodrigues (Pipico) |
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