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07/06/2010 Assembléia
da CMS aprova o
A assembléia dos movimentos sociais realizada na quadra dos Bancários em São Paulo na segunda-feira, 31 de maio, com aproximadamente três mil pessoas de vários Estados do Brasil foi convocada pela a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) aprovou o Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais. A Conam esteve presente com uma grande representação na assembléia que coroou o esforço dos movimentos em construir um projeto popular para um país mais democrático, desenvolvido e soberano para o seu povo. A CONAM estava representada pela presidenta, Bartíria Lima da Costa que destacou a importância da Reforma Urbana como uma das reformas democráticas um dos pontos que constam no projeto Popular dos Movimentos Sociais, destacou também que o momento exige a mais ampla unidade do povo no sentido de garantir mais direitos para o povo com mais investimentos em políticas públicas além de reforçar a ideia que o projeto dos movimentos é um instrumento de dialogo e mobilização junto à população que o projeto aprovado não esteja restrito ao processo eleitoral, mas que ajude apontar um horizonte mais avançado para o país. O Projeto aprovado é uma contribuição política de sentido estratégico dos movimentos sociais na construção do projeto Nacional de Desenvolvimento que objetiva aproximar o Brasil do caminho socialista. É fruto da unidade de pensamento daqueles que lutam por melhores condições de vida no presente e no futuro para o povo Brasileiro. Para melhor entender o projeto dos movimentos sociais veja alguns eixos políticos Soberania
Nacional >
Defesa do Pré-sal 100% para o povo brasileiro; >
Fortalecimento do MERCOSUL, UNASUL e ALBA; > Defesa da Amazônia como patrimônio Nacional. Desenvolvimento > Por um Projeto Nacional de Desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho. Democracia >
Liberdade política para os movimentos sociais. Contra a criminalização
dos movimentos sociais; >
Contra a intolerância religiosa, em defesa do Estado laico; > Petrobrás 100% estatal, sob o controle dos trabalhadores e acelerar a transição da matriz energética para combustíveis menos poluentes. Mais
direitos ao povo >
Reforma Urbana que garanta regularização fundiária,
acesso à moradia digna, saneamento ambiental, transporte público
e mobilidade urbana, direito à energia, segurança pública,
esporte, cultura e lazer. >
Aplicar o Estatuto da cidade na prerrogativa da função
social da propriedade, justa distribuição da terra e dos
recursos originários dela. >
Educação pública de qualidade e universal Solidariedade
>
Pela criação do Estado Palestino; > Solidariedade aos povos oprimidos do mundo. Proposta
de luta > Lúcia Stumpf sugeriu a criação de comitês populares de campanha, que seriam espaços de atuação organizada do povo durante a batalha eleitoral e que serviria também para manter a mobilização popular no sentido das ações do projeto dos movimentos sociais no próximo período.
Foram lançadas duas campanhas: > Pela Paz, contra as Bases Militares Estrangeiras. Apresentada pela presidente do Cebrapaz Socorro Gomes. Bartíria
Lima da Costa Wanderley
Gomes da Silva
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